Sunday, March 29, 2009

valparaiso motel


valparaiso motel, originally uploaded by e50e.

Sunday, November 04, 2007

teste 01. teste mesmo

video

Friday, July 20, 2007

pingos de minutos de tempo [Clarice Lispector]

Monday, July 02, 2007


trepa trepa.

Coelho que é Coelho mete em qualquer pessoa, bicho, planta ou coisa que seja alguma coisa mesmo. Dúvida?

o coelho do monty phyton

Sunday, July 01, 2007

Posso te fazer uma pergunta?

e ele fez...

queria ver um cara de pau fazer isso com a Xuxa.

Thursday, June 28, 2007

+ dança

"Quando esse corpo dança, objetiva um ajuste."

"...o nome de Deus (na Torá) é um verbo e não um substantivo, e este verbo começa por Alef. Deus olhava a Torá no momento em que criou o mundo, e assim a palavra com a qual mundo começou é um verbo. (Pavitch, 1989:199)
"Primeiro, a ação - que nos leva a não estancar. Movimento, mudança. Materialização no vazio que está cheio de ar daquilo que se desloca pela trama do espaço. Volumes se presentificam em dimensões que não se dão a ver. Leis universais batizadas como... corpo: regularidades vestidas de generalidades num campo comunicativo. A reunião insólita daquilo que não se fixa com o que fixa a moldura que dura."

Helena Katz. Um Dois Três. 

pop art


UM, DOIS, TRÊS

Conceitos precisos fazem miséria com os achismos. (hELENA kATZ)

A dança é o que impede o movimento de morrer clichê. (hELENA kATZ)

Olhar a dança como um resultado sempre transitório entre as condições neuronais do movimento e a sua correspondência muscular. Pois que quando a dança lá está, ela está sendo dançada no e pelo corpo. A dança é sempre uma solista de si mesma. (hELENA kATZ)

Wednesday, June 27, 2007

Waly Salomão

Exterior
Por que a poesia tem que se confinar?
às paredes de dentro da vulva do poema?
Por que proibir à poesia
estourar os limites do grelo
da gretada gruta
e se espraiar além da grade
do sol nascido quadrado?

Por que a poesia tem que se sustentar
de pé, cartesiana milícia enfileirada,
obediente filha da pauta?
Por que a poesia não pode ficar de quatro
e se agachar e se esgueirar
para gozar
carpe diem!-
fora da zona da página?

Por que a poesia de rabo preso
sem poder se operar
e, operada,
polimórfica e perversa,
não pode travestir-se
com os clitóris e balangandãs da lira?

parangolé

"Com parangolé descobri estruturas comportamento-corpo: tudo para mim passou a girar em torno de um corpo tornado dança" (Hélio Oiticica).



Atuar com o Parangolé é um ato de participação “ambiental”, parte da “criação de um mundo ambiental." (Ricardo Basbaum)